Sábado passado, finalmente o Lucca conheceu o Arthur.
Foram 18 dias de espera e ansiedade com ele perguntando
todos os dias se ainda ia demorar muito.
O Arthur nos esperava no carrinho, já na porta.
Ele ficou encantado com aquele bebezinho e quis saber se
ele também era assim quando pequeno.
Lavou as mãozinhas, sentou no sofá e estendeu os bracinhos para receber o primo.
Achou tudo muito lindo, mas gostou mais dos pezinhos.
É até explicável, pois o pé foi a única parte do corpo liberada para ele acariciar.
Foi uma graça ele pegando no pé do garoto que se esquivava sentindo cócegas.
A tia Cacau também foi apresentada a essa fofura.
Olha só o papai mostrando suas preferências futebolísticas para cima do sobrinho e filho.
É impressionante ver como o Arthur desenvolveu em 12 dias que fiquei sem vê-lo.
As dobrinhas das pernas aumentaram, os bracinhos estão mais cheinhos e as
mãozinhas já tem aquelas covinhas deliciosas.
O cabelinho não caiu, continua clarinho e o umbiguinho já está curado.
Ele mama numa avidez que dá gosto, é uma criança calma e acho que isso
é transmitido pela mãe que é muito serena e carinhosa.
Os pais ficam em estado de graça quando olham para a cria.
O tio Juliano, padrinho do Arthur ainda não conhecia o afilhado.
Olha só a traquilidade, só curtindo o colo da vovó Graça, que tem ajudado muito
a Lucilla nesse primeiro momento.
Levei uns álbuns do Guilherme ainda bebê para compararmos os dois
e rimos muito da semelhança entre pai e filho.
O Pedro está lindo e como toda criança saudável, não sossega um minuto.
Anda para todos os lados e fala pelos cotovelos, enrolado mas fala.
Foi um final de semana maravilhoso ao lado de pessoas muito amadas.
O Tio Edu também estava presente para nossa alegria.
Pena que acabou, mas virão outros com certeza.
Afinal de contas, eu não vou conseguir ficar muito tempo sem ver o Arthur.
A separação já doi muito.


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